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Gestações tardias: pré-eclâmpsia

31/01/2014 Atualizado há 7 anos


Há manifestações das doenças que são específicas da gestação e podem acometer mulheres que, antes da gravidez, não apresentavam quadros crônicos nem de hipertensão nem de diabetes. A pré-eclâmpsia, principal ocorrência nos serviços de terapia intensiva e semi-intensiva das maternidades, está relacionada ao aumento de pressão arterial após a 20ª semana da gravidez, ainda que a mulher não seja portadora crônica de hipertensão. “Outros sinais de pré-eclâmpsia são a presença de proteína na urina e inchaços significativos”, acrescenta Dr. Felipe Favorette Campanharo.
No caso do diabetes gestacional, a origem pode estar em um quadro anterior à própria gravidez (histórico familiar, obesidade etc.) ou não. “Muitas mulheres desenvolvem o diabetes durante a gravidez pela ação de hormônios, produzidos apenas durante a gestação, que interferem na ação da insulina”, lembra o médico. Em geral, essas pacientes tendem a não apresentar mais o quadro de diabetes após a gestação. Isso será monitorado, ao longo da gravidez e nos primeiros meses após o parto, por meio de exames clínicos e laboratoriais (curva glicêmica), e a persistência do diabetes pode variar de uma paciente para outra. As chamadas cardiopatias (doenças cardíacas) também podem ser agravadas ao longo da gestação, principalmente pela sobrecarga ao sistema circulatório própria da gravidez.

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