Caminhada Santa Joana em Apoio à Amamentação leva famílias ao Ibirapuera

A manhã do dia 3 de agosto foi marcada pela união em prol do aleitamento materno. Em sua 9ª edição, a Caminhada Santa Joana em Apoio à Amamentação levou famílias inteiras ao Parque Ibirapuera, onde puderam esclarecer dúvidas com nossos especialistas, além de aproveitar uma oportunidade única de troca de experiência entre mães com diferentes vivências desse momento tão particular.

Promovido em menção ao Agosto Dourado, mês de incentivo e conscientização sobre a importância da amamentação, o evento reforçou o papel da rede de apoio para o sucesso do aleitamento. Dessa forma, nossa equipe informou os participantes sobre como família, amigos e ambiente de trabalho podem favorecer a manutenção da amamentação.

A equipe do PJ Masks garantiu a diversão das crianças, que puderam brincar com os personagens e tirar fotos.

Quer ver tudo o que aconteceu? Confira os registros feitos pela nossa fotografa Thay Viero: Galeria Caminhada de apoio à amamentação 2019.

Acompanhe as nossas redes sociais (facebook.com/santajoana e instagram.com/hmsantajoana) para conferir nossos conteúdos especiais em comemoração ao Agosto Dourado.

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Dia da Gestante – Qual foi sua última primeira vez?

Quem se lembra do exato momento em que pegou o teste de gravidez e viu que estava positivo? Provavelmente se lembra também dos outros que fez logo em seguida, para confirmar se estava de fato esperando um bebê.

Depois disso, veio o primeiro ultrassom. Com sinceridade, mesmo que você não pudesse sentir o movimento do bebê, aquela imagem já despertou inúmeras emoções e sentimentos. Nesse momento, já foi possível ouvir as primeiras batidas do coração, e então, a emoção de perceber que existia de fato algo vivo dentro de si.

Logo veio o acompanhamento do crescimento do bebê , aquela comparação com frutas, e o que era apenas uma uva, logo vira manga – ainda que a barriga já pesasse como uma melancia.

Com o tempo, os primeiros movimentos começaram a tornar mais real o fato de que aquele ser dependia da mãe para sobreviver. A vida já não era mais a mesma: a alimentação precisou ser regrada, os movimentos limitados, os sentimentos cada dia mais à flor da pele. A ansiedade parecia não caber mais dentro, mesmo sabendo que cabia toda uma vida. O primeiro soluço dentro da barriga assustou – como alguém tão pequeno já pode sofrer de soluços?

Depois de um tempo as movimentações se tornam tão constantes que viraram costume, e quando o bebê não se mexia, já batia a vontade de senti-lo vivo e ativo.

Tudo na gravidez é sobre primeiras vezes e momentos inesquecíveis. A partir de então, a vida se torna uma incrível montanha-russa de sensações. Esta é uma homenagem do Santa Joana para todas as gestantes – de primeiras a últimas viagens, que hão de concordar que, quando falamos de ser mãe, há sempre uma novidade vindo por aí!

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Gripe

Durante a gestação, o sistema imunológico da mulher está mais debilitado por conta das alterações hormonais do corpo. Por isso, durante este período, aumenta a chance de um contágio pelo vírus Influenza, causador da gripe que afeta diretamente o sistema respiratório. A sua transmissão acontece através das gotículas de salivas expelidas ao tossir, espirrar e até mesmo ao falar. Além disso, o contato das mãos com objetos contaminados também é um canal de contaminação.

Sintomas
Na gravidez, os sintomas da doença se apresentam de forma bastante veloz, sendo que, em apenas algumas horas, já é possível sentir um evidente mal estar. Junto desse sentimento, aparecem também as dores musculares, as dores de cabeça, uma forte tosse, cansaço, perda de apetite e uma febre que pode durar até cinco dias. Outro sintoma pouco usual, mas que também pode aparecer, é uma forte dor de garganta.

Riscos para o bebê
Por mais que o vírus não ultrapasse a barreira da placenta e não passe diretamente para o feto, alguns sintomas causados pela condição podem refletir no desenvolvimento do seu bebê. Para que não existam maiores problemas em sua gestação, é importante cuidar da alimentação – mesmo com a falta de apetite proveniente da gripe; sempre repor os líquidos e as vitaminas por meio de frutas ricas em vitamina C, caldos quentes, água e purês de verduras; controlar a febre com medicamentos para que ela não ultrapasse os 38,5ºC (sempre com acompanhamento médico); e realizar a limpeza das cavidades nasais evitando, assim, o acúmulo de muco que possa resultar em uma sinusite.

Vacinação
Por fazerem parte do grupo de risco na contração da gripe, recomenda-se que as mulheres grávidas tomem a vacina que previne a Influenza – inclusive, ela é distribuída de forma gratuita na campanha de vacinação do Ministério da Saúde. Dessa forma, além de aumentar a sua imunidade à doença, cria-se o que conhecemos como imunidade de grupo ou efeito rebanho. Quando a carteira de vacinação é seguida por uma parcela da população, é criada uma espécie de barreira de proteção que impede que o vírus penetre na sociedade da qual fazem parte.

https://www.santajoana.com.br/servicos/vacinacao

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Qual é o papel do pai antes, durante e depois do nascimento

Até algumas décadas atrás, o cuidado na fase inicial do bebê era exclusivamente por parte das mães. No entanto, esse comportamento tem mudado. O homem está assumido um novo papel, essencial para o desenvolvimento dos filhos, com uma presença mais constante e o conhecimento de que seu afeto e cuidado podem fazer diferença a longo prazo para a criança. As mães – que precisam de apoio e suporte durante esse período – também estão mais propensas a confiar na figura paterna, dividindo as tarefas do bebê e da rotina da casa conforme a participação dos companheiros.

Um teste realizado pela Imperial College London, pelo King’s College e pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, comprova cientificamente que filhos de pais que se envolvem na sua criação e no seu dia a dia apresentam melhor desempenho em testes cognitivos. Se você está prestes a se tornar pai ou já vive seus dias ao lado desses pequenos, confira algumas dicas para apoiar sua família como ela precisa nessa jornada, estabelecendo um vínculo forte com o bebê e fortalecendo o que você já tem com a sua esposa.

Durante o Pré-Natal, é importante prestar atenção nas mudanças que a mulher passará fisicamente e emocionalmente. Participar da escolha do médico obstetra, do pediatra, da maternidade e até do momento do parto é essencial para que sua companheira se sinta segura e amparada. Estar presente nas ultrassonografias, ouvindo as batidas do coração do bebê e descobrindo se seu desenvolvimento está de acordo com o esperado é uma oportunidade para você sentir na pele o crescimento do seu pequeno. Você também pode aproximar ainda mais seu contato conversando com ele a partir do 5º mês – possibilitando que ele reconheça mais facilmente sua voz ao nascer.

No Hospital e Maternidade Santa Joana, o vínculo do trinômio (Mãe, Pai e Recém-Nascido) é estimulado desde o início com a nossa política de acompanhante: o pai pode acompanhar todos os momentos ao lado da sua esposa, desde a consulta e procedimentos do pronto atendimento, até a saída do hospital.

Na hora do Parto, você pode participar ativamente com o auxílio na realização dos exercícios e de massagens – sempre respeitando a via de parto escolhida pela mãe. Logo após o nascimento, você pode pegar o bebê no colo e apresentá-lo para a família por meio do nosso visor plasmático, além de integrar a hora dourada: momento em que mãe e bebê ficam unidos no contato pele a pele e que pode acontecer a primeira mamada.

Durante a internação, você terá chance de aprender mais sobre o banho, troca de fraldas e outros cuidados com nossas enfermeiras especialistas, te dando confiança para auxiliar sua parceira nessa nova fase cheia de desafios. Também é indicado que você cuide dela, controlando as visitas – o descanso é essencial para a mãe e o bebê nesse período.

Em alguns casos, o bebê pode ir para a UTI Neonatal. Lá, o pai também exerce papel fundamental podendo realizar o método canguru, estimular o bebê com carinhos e conversas, apoiar a esposa no lactário para o mantimento da amamentação e aprender sobre os cuidados necessários com seu pequeno após a alta.

No Pós-Parto, participe dos primeiros cuidados com o recém-nascido ainda na maternidade e, já em casa, envolva-se no banho, na troca de fraldas, nas consultas e até no aleitamento. Estipule uma rotina de momentos seus com a criança, fortalecendo o vínculo entre vocês. Esse é o período mais desgastante para a mãe, por isso, a divisão de tarefas domésticas é essencial para que ela possa manter a amamentação até, pelo menos, seis meses. Cuide da sua esposa com pequenos gestos: cozinhe, mantenha sempre água próxima a ela, lembre-se que, em boa parte do tempo, ela tem apenas uma mão para fazer o que for necessário e tenha paciência: para muitas mães, as mudanças hormonais e psicológicas desse período são muito mais intensas do que as da gravidez.

A rede de apoio é fundamental, converse com familiares e amigos e veja como eles podem colaborar para que a sua família viva esse momento com mais leveza.

Um pai presente em todos os momentos é a maior certeza de que sua nova família terá um início mais tranquilo e o grande beneficiado será seu filho.

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Hospital e Maternidade Santa Joana é uma das instituições que mais realiza tratamento cirúrgico para cardiopatia congênita no Brasil

Cardiopatia congênita é o nome dado a qualquer problema no desenvolvimento estrutural ou funcional no coração bebê, surgindo nas primeiras oito semanas gestacionais, quando o órgão se forma. Os tipos de cardiopatia mais comuns são excesso ou diminuição de fluxo sanguíneo e obstrução de passagem. Nesses casos, a gestação é de alto risco e o acompanhamento pré-natal passa a ser mais intenso.

Diagnóstico

Com, principalmente, origem genética e de difícil diagnóstico, a cardiopatia pode ser identificada por meio ecocardiograma fetal, exame indicado após alterações no ultrassom morfológico, e usado para verificar alterações anatômicas, funcionais e de ritmo cardíaco.

Geralmente, a ecocardiograma fetal é prescrito, sobretudo, a partir da existência de síndromes comumente ligadas à cardiopatia, como Down, Edwards, Marfan, Noonan, Patau, Turner e Williams. Nosso serviço de medicina fetal está preparado para realização desses exames e, principalmente, acompanhamento completo da saúde e bem-estar da mãe e do bebê no pré-natal.

Tratamento

Em alguns quadros, o tratamento é intraútero, em um trabalho realizado pela nossa equipe de Cirurgia Fetal. As gestações em que há diagnóstico de cardiopatia congênita são consideradas de alto risco e, por isso, demandam atenção constante para diminuir os riscos de comprometimento no desenvolvimento fetal. Nossos Centro de Gestação de Alto Risco, Unidade de Terapia Semi-Intensiva e UTI Adulto estão preparadas para prestar toda a assistência necessária, inclusive integradas com a Medicina Fetal, permitindo que as informações sejam cruzadas e, assim, o caso seja analisado em toda a sua universalidade.

Aproximadamente 80% dos casos de cardiopatia congênita demandam cirurgias e metade delas acontecem durante o primeiro ano de vida. Nós somos referência nacional na promoção desses procedimentos, com cerca de 40 cirurgias anuais, um dos maiores índices do Brasil. A prática leva à excelência e, não à toa, temos taxa média de sucesso superior a 90%. Com equipe especializada e robusta estrutura hospitalar, efetuamos desde de técnicas simples até as mais complexas – tudo para que a saúde do seu bebê seja preservada.

Em todos os casos, nossa UTI Neonatal recebe o bebê com uma equipe multidisciplinar, que acolhe e atua em prol da saúde e bem-estar dos recém-nascidos. Com protocolos estabelecidos e reconhecidos internacionalmente, a unidade registra baixos índices de infecção, muito inferiores à média nacional, o que comprova a excelência nesse tipo de assistência.

Saiba mais sobre cardiopatias congênitas: http://www.santajoana.com.br/guia-de-saude/cardiopatia-congenita

*Dados: Ministério da Saúde

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Dificuldade para engravidar? Fertilização in vitro pode ser uma alternativa

Em que consiste a fertilização?

A Fertilização in vitro (FIV) é um método de alta complexidade que induz a fecundação em laboratório, usado para casos de dificuldade em engravidar ou infertilidade. O primeiro passo do processo é a retirada dos óvulos e das células sexuais presentes no sêmen. Após essa coleta, ocorre a seleção dos espermatozoides e do óvulo para que sejam colocados em uma solução que imita as substâncias da trompa para a fecundação. Em média, são eleitos de 100 a 200 mil gametas masculinos para cada um feminino. O espermatozoide pode entrar espontaneamente no óvulo ou ser inserido por meio de uma agulha. Com isso, o embrião, que popularmente é conhecido como bebê de proveta, se forma e é inserido no útero em um processo semelhante ao Papanicolau. Você poderá saber que engravidou até 14 dias depois do procedimento por meio de um exame.

Como e quando começa a fertilização?

Ao pensar em engravidar, é fundamental atentar-se mais à saúde, ou seja, manter uma dieta variada e com baixo teor de gordura, praticar exercícios físicos, não fumar e reduzir a ingestão de álcool. Doenças como hipertensão e diabetes, que podem comprometer a gestação, também devem ser rastreadas e, caso diagnosticadas, tratadas. Passada essa fase, o casal realiza exames para identificar a causa da infertilidade e analisar se a FIV é a melhor alternativa.

Uma vez prescrito pelo especialista, o processo de fertilização se inicia junto com o ciclo menstrual, com uma ultrassonografia que avalia a saúde do útero, das trompas e dos ovários. Em seguida, a estimulação ovariana é feita diariamente por meio de injeções subcutâneas – paralelamente, em intervalos de três a quatro dias, repete-se o exame de imagem para medir o número e o tamanho dos folículos. Quando eles chegam a 18 milímetros, estão maduros o suficiente para fazer a retirada dos óculos e início da tentativa de fecundação.

Expectativas

A quantidade dos embriões colocados no útero depende da idade da mulher: são dois para aquelas com menos de 35 anos, três para até 39 anos e quatro a partir dos 40 anos. Da mesma forma, a idade é um fator determinante para a maior probabilidade de sucesso do procedimento, já que os óvulos são os mesmos desde a infância e não estão imunes ao processo de envelhecimento celular. Assim, a chance de gravidez a partir da fertilização in vitro antes dos 35 anos é de 60%. Entre 35 e 38 anos, essa taxa cai para 40%, chegando a 30% até os 40 anos – após essa idade, o percentual é de 8%.

Quantos dias depois da ovulação induzida já dá para saber se está grávida? O teste é feito por meio de um exame de sangue após 12 dias. Se o resultado for positivo, a segunda confirmação é dada pela ultrassonografia.

Saiba mais sobre o nosso Centro de Gestação de Alto Risco acessando: http://www.santajoana.com.br/noticias/2012/abril/conheca-processo-fertilizacao-in-vitro*

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Parto humanizado reduz risco de Mortalidade Materna

Mortalidade materna aumenta no Estado de São Paulo. O último levantamento do Ministério da Saúde mostrou uma alta alarmante de mortalidade materna no Estado de São Paulo. A situação se repete em muitos estados brasileiros. Uma das explicações está na realização de cesáreas sem necessidade, o que eleva o risco de morte 80 vezes maior que o parto normal.

Entenda mais na matéria abaixo: https://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/16668381/mortalidade-materna-aumenta-no-estado-de-sao-Paulo

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O Vírus Influenza e a Gestação

Grávidas estão entre os grupos de risco da gripe suína (H1N1) e também outros vírus influenza (H3N2, B) e devem redobrar os cuidados com a saúde durante esse período. O vírus H1N1 já demonstrou provocar mais complicações e mortes entre as gestantes, embora os cientistas não consigam ainda explicar exatamente o motivo. Tomar a vacina contra a gripe comum e a suína (na mesma picada), é especialmente recomendado. O governo promove campanhas e oferece as doses gratuitamente. O risco maior é para a saúde da mãe, que pode piorar com rapidez diante de um quadro de pneumonia e apresentar dificuldades para respirar. Mas se a mulher gestante não está bem, o bebê sofre também e a possibilidade de acontecer um parto prematuro é maior. Durante a gestação é preciso ficar atenta a sintomas parecidos com os da gripe comum, como febre, tosse, cansaço, dores na cabeça e no corpo, tonturas e/ou vômito. Ao identificar qualquer um desses sinais, deve-se procurar um médico logo nas primeiras 24 horas, já que o remédio antiviral que combate o Influenza funciona melhor nas 48 horas iniciais da doença. Mulheres que deram à luz há menos de 45 dias e crianças entre 6 meses e 5 anos, também devem receber a vacina. Outro grupo importante a ser vacinado são as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e pessoas portadoras de doenças crônicas do coração, pulmão, rins, etc. Vale sempre lembrar que algumas medidas de prevenção simples podem evitar a contaminação pelo vírus, como manter ambientes arejados (janelas abertas), não cumprimentar com contato físico pessoas gripadas, lavar as mãos com frequência, utilizar gel anti-séptico várias vezes ao dia, não colocar as mãos nos olhos, boca e nariz, evitar multidões, não viajar para áreas com surtos graves da gripe e ao espirrar ou tossir, fazer o uso de lenços. O vírus H1N1 pode sobreviver por duas horas ou mais em superfícies como torneiras ou telefones, por isso a recomendação básica, e talvez mais importante, é a de sempre higienizar as mãos, principalmente antes das refeições. O ideal é lavar esfregando bem os dois lados das mãos, em água morna, por pelo menos quinze segundos e enxaguar com bastante água. O tratamento para gestantes que já estão com a doença é, a princípio, ficar em casa de repouso absoluto, boa hidratação, higiene e o consumo de antivirais. O Tamiflu é geralmente recomendado para as gestantes, já que os benefícios superariam os possíveis riscos do remédio para o bebê. É fundamental, porém, ressaltar que nenhum medicamento deve ser tomado sem recomendação médica e acompanhamento.

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É Normal Ter Cólicas Com 38 Semanas, No Final da Gestação?

Algumas gestantes reclamam de cólicas na reta final da gravidez. Será que isso é comum? O Coordenador de Obstetrícia do Hospital e Maternidade Santa Joana, Dr. Mario Macoto Kondo, responde.

“No final da gestação é comum ter desconforto abdominal e cólicas devido ao tamanho do feto e sua movimentação, além da compressão de órgãos internos (estômago, intestino, bexiga, nervos e ligamentos)”, explica.

Além disso, lembra o médico, “a partir da trigésima semana de gestação, as contrações de Braxton-Hicks, conhecidas como contração de treinamento, se tornam mais comuns e muitas vezes são percebidas como uma cólica. Essas contrações costumam ser irregulares, indolores ou com mínimo desconforto e não dilatam o colo do útero”.

Esse tipo de contração se torna mais frequente “nas últimas quatro semanas de gestação”, diz o especialista, “podendo confundir com o trabalho de parto”.

Por isso, ressalta Dr. Macoto, é importante o acompanhamento médico no pré-natal “para esclarecer as dúvidas e garantir segurança para a mãe e o bebê”.

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É Possível Engravidar Menstruada?

Essa dúvida é mais comum do que se imagina. Por isso, contamos com a colaboração do Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana para responder à questão.

“Teoricamente”, diz o médico, “não é possível devido à descamação da parte interna do útero chamada de endométrio, deixando assim uma camada muito hostil para o processo de implantação do embrião”.

O que pode ocorrer, na verdade é uma situação que gera essa dúvida. “Às vezes, o que pode ocorrer é um sangramento, ‘menstrual’, se a paciente já estiver grávida no início da gravidez e, como os sintomas, de pré-menstrual e gravidez, são parecidos, ela acaba achando que engravidou menstruada”, explica o especialista.

“Outra hipótese remota”, afirma Dr.Leite, “seria em mulheres com ciclos curtos de intervalo, do tipo 23 dias, com duração de 8 ou 9 dias de fluxo, propiciando assim um processo de ovulação que irá coincidir com os últimos dias do ciclo; lembrando ainda que a duração do espermatozóide dentro do útero é de aproximadamente 48 horas (2 dias)”.

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