Imprensa

Tamanho do Texto:

Novidades do mês de Setembro 2016

16/06/2016

Conheça as vantagens e os riscos da pílula anticoncepcional

Contraceptivo não prejudica a fertilidade e pode ainda prevenir problemas de saúde, mas é preciso cautela na utilização

A pílula anticoncepcional, lançada no mercado há mais de 56 anos, foi um marco importante para a independência feminina e atualmente é um dos métodos contraceptivos mais utilizados pelas mulheres. Os pesquisadores que desenvolveram o medicamento, em 1960 nos Estados Unidos, buscavam um medicamento seguro, de baixo custo, fácil administração e ótima eficácia, que resultou no Enovid-10, pílula que revolucionou os hábitos sexuais do mundo ocidental.

Atualmente, o contraceptivo oral tem taxa de eficácia em torno de 99% e, além de impedir a gravidez, também é benéfico em muitas situações, segundo o dr. Paulo Margarido, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana. “A pílula pode ser utilizada para tratar diversas condições no organismo da mulher, como sangramento aumentado, síndrome do ovário policístico, pólipos, cistos no ovário, acne, endometriose, regularização do ciclo menstrual, entre outros. Além disso, diminui as chances de câncer no endométrio, pois o contraceptivo favorece a proteção da membrana, e protege contra câncer de ovário”, ressalta.

Porém, quando utilizado sem orientação médica, a pílula pode ser prejudicial à saúde, além de produzir diversos efeitos colaterais relacionados ao uso do anticoncepcional quando feito sem orientação de um especialista. “É importante visitar um ginecologista antes de começar o tratamento com pílula, pois as indicações e reações podem variar de mulher para mulher. Caso a paciente comece a usar pílula sem orientação, ela corre riscos de efeitos colaterais e até gravidez indesejada”, conta o doutor Paulo.

As pílulas anticoncepcionais podem conter na sua composição estrogênio e progesterona juntos, por isso, apenas o especialista pode indicar uma pílula que tenha menos efeitos colaterais, com menor taxa de hormônios. “Em algumas mulheres o medicamento pode provocar reações como vômito, tontura, cansaço, dor de cabeça, enjoo, ganho de peso, mudança de humor, diminuição da libido ou varizes, e até alterações mais graves como trombose e tromboembolia pulmonar. Se necessitar de cirurgia, a pílula deve ser interrompida quatro a seis semanas antes do procedimento e medidas de prevenção de tromboses devem ser orientadas”, alerta o especialista. O Hospital e Maternidade Santa Joana segue protocolos de prevenção de trombose em cirurgias ginecológicas e obstétricas.

O profissional também afirma que há chances da paciente que usa a pílula desenvolver dor de cabeça, enxaqueca, maior retenção de líquido ou ganho de peso, mas não é uma regra. “Esses efeitos ocorrem por causa do estrogênio presente na maioria dos anticoncepcionais que pode desencadear aumento de apetite, e a progesterona pode induzir a retenção de líquido, deixando a mulher mais inchada”, explica o doutor Paulo.

Ao iniciar a pílula anticoncepcional algumas mulheres notam um sangramento de escape (mais comum durante a primeira cartela do remédio). As pílulas com doses baixas de estrogênio tendem a causar esse sangramento com mais frequência, porém tem efeitos colaterais menores que as pílulas de alta dose (progesterona). Mas o sangramento tende a diminuir e desaparecer com o tempo.

Doutor Paulo Margarido ainda alerta sobre os riscos de associar o anticoncepcional com outros medicamentos. “As pílulas anticoncepcionais também podem ser contraindicadas e perderem a ação ou ter sua eficácia diminuída quando consumidas junto com outros medicamentos, como alguns antibióticos, anti-inflamatórios, e anticonvulsionantes.” O médico também afirma que a pílula não prejudica a fertilidade e que fumantes, mulheres com histórico de trombose na família, pacientes com enxaqueca frequente, obesas, diabéticas e hipertensas mal controladas devem evitar tomar a pílula. “Mulheres fumantes com mais de 35 anos, ao tomar o medicamento tem mais chances de desenvolver derrame, infarto e aumento da pressão arterial”, finaliza.

Sobre o Hospital e Maternidade Santa Joana: O Hospital e Maternidade Santa Joana é reconhecido pelos médicos como centro de referência nos cuidados com a saúde integral da mulher e do neonato, especializado em gestações de múltiplas e de alto risco. Um dos que mais investem em tecnologia hospitalar e infraestrutura, o Santa Joana oferece unidades de terapia intensiva, a mães e bebês, equipadas com o que há de mais avançado no segmento, bem como uma Unidade de Cuidados Especiais da Gestante, especializada em gestações de alto risco, serviços de Medicina Geral e Reprodução Assistida. Mantém uma central de esterilização, com rigoroso controle de qualidade, que garante ao grupo um dos mais baixos índices mundiais de infecção hospitalar, 0,3%. Visite o site: www.hmsj.com.br

Informações à imprensa – Máquina Cohn & Wolfe
Renata Asprino – renata.asprino@maquinacohnwolfe.com
Adriana Pedroso – adriana.pedroso@maquinacohnwolfe.com
Camila Duran – camila.duran@maquinacohnwolfe.com
Bruna Sales – bruna.sales@maquinacohnwolfe.com


Voltar

Prezado jornalista, entre em contato com a nossa assessoria de imprensa Máquina da Notícia. Os telefones são:

Bruna Sales

Tel.: (11) 3147-7423

Cel.:(11) 94836-6956

bruna.sales@maquinacw.com

Camila Duran

Tel.: (11) 3147-7929

camila.duran@maquinacw.com

Renata Asprino

Tel.: (11) 3147-7389

Cel.: (11) 98644-4740

renata.asprino@maquinacw.com