Você sabe o que é a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana?

Quando um casal realiza um tratamento para engravidar, é importante que considere também os riscos associados a ele. Um deles é a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHO), uma das complicações mais comuns e potencialmente mais graves do processo de estimulação ovariana. O procedimento de estimular os ovários para aumentar a ovulação é uma etapa presente na maioria dos tratamentos de reprodução assistida.

A incidência da SHO é variável, sendo que até 15% das mulheres costumam ser afetadas. Embora a maioria dos casos seja considerada leve, existe um potencial de agravamento, podendo levar à morte. Médicos especialistas em reprodução humana estão preparados para reconhecer e tratar a SHO, minimizando esses riscos. Pela gravidade potencial, é sempre preferível que a SHO seja evitada e não tratada.

“Mulheres jovens, magras, com síndrome do ovário policístico são as que mais preocupam”, comenta Dr. Vamberto Maia Filho, coordenador do Centro de Reprodução Humana do Hospital e Maternidade Santa Joana. “Depois de identificar os potenciais riscos, define-se a melhor estratégia para cada caso, evitando-se ao máximo esse problema”, completa.

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