O Vírus Influenza e a Gestação

Grávidas estão entre os grupos de risco da gripe suína (H1N1) e também outros vírus influenza (H3N2, B) e devem redobrar os cuidados com a saúde durante esse período. O vírus H1N1 já demonstrou provocar mais complicações e mortes entre as gestantes, embora os cientistas não consigam ainda explicar exatamente o motivo. Tomar a vacina contra a gripe comum e a suína (na mesma picada), é especialmente recomendado. O governo promove campanhas e oferece as doses gratuitamente. O risco maior é para a saúde da mãe, que pode piorar com rapidez diante de um quadro de pneumonia e apresentar dificuldades para respirar. Mas se a mulher gestante não está bem, o bebê sofre também e a possibilidade de acontecer um parto prematuro é maior. Durante a gestação é preciso ficar atenta a sintomas parecidos com os da gripe comum, como febre, tosse, cansaço, dores na cabeça e no corpo, tonturas e/ou vômito. Ao identificar qualquer um desses sinais, deve-se procurar um médico logo nas primeiras 24 horas, já que o remédio antiviral que combate o Influenza funciona melhor nas 48 horas iniciais da doença. Mulheres que deram à luz há menos de 45 dias e crianças entre 6 meses e 5 anos, também devem receber a vacina. Outro grupo importante a ser vacinado são as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e pessoas portadoras de doenças crônicas do coração, pulmão, rins, etc. Vale sempre lembrar que algumas medidas de prevenção simples podem evitar a contaminação pelo vírus, como manter ambientes arejados (janelas abertas), não cumprimentar com contato físico pessoas gripadas, lavar as mãos com frequência, utilizar gel anti-séptico várias vezes ao dia, não colocar as mãos nos olhos, boca e nariz, evitar multidões, não viajar para áreas com surtos graves da gripe e ao espirrar ou tossir, fazer o uso de lenços. O vírus H1N1 pode sobreviver por duas horas ou mais em superfícies como torneiras ou telefones, por isso a recomendação básica, e talvez mais importante, é a de sempre higienizar as mãos, principalmente antes das refeições. O ideal é lavar esfregando bem os dois lados das mãos, em água morna, por pelo menos quinze segundos e enxaguar com bastante água. O tratamento para gestantes que já estão com a doença é, a princípio, ficar em casa de repouso absoluto, boa hidratação, higiene e o consumo de antivirais. O Tamiflu é geralmente recomendado para as gestantes, já que os benefícios superariam os possíveis riscos do remédio para o bebê. É fundamental, porém, ressaltar que nenhum medicamento deve ser tomado sem recomendação médica e acompanhamento.

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É Normal Ter Cólicas Com 38 Semanas, No Final da Gestação?

Algumas gestantes reclamam de cólicas na reta final da gravidez. Será que isso é comum? O Coordenador de Obstetrícia do Hospital e Maternidade Santa Joana, Dr. Mario Macoto Kondo, responde.

“No final da gestação é comum ter desconforto abdominal e cólicas devido ao tamanho do feto e sua movimentação, além da compressão de órgãos internos (estômago, intestino, bexiga, nervos e ligamentos)”, explica.

Além disso, lembra o médico, “a partir da trigésima semana de gestação, as contrações de Braxton-Hicks, conhecidas como contração de treinamento, se tornam mais comuns e muitas vezes são percebidas como uma cólica. Essas contrações costumam ser irregulares, indolores ou com mínimo desconforto e não dilatam o colo do útero”.

Esse tipo de contração se torna mais frequente “nas últimas quatro semanas de gestação”, diz o especialista, “podendo confundir com o trabalho de parto”.

Por isso, ressalta Dr. Macoto, é importante o acompanhamento médico no pré-natal “para esclarecer as dúvidas e garantir segurança para a mãe e o bebê”.

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É Possível Engravidar Menstruada?

Essa dúvida é mais comum do que se imagina. Por isso, contamos com a colaboração do Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana para responder à questão.

“Teoricamente”, diz o médico, “não é possível devido à descamação da parte interna do útero chamada de endométrio, deixando assim uma camada muito hostil para o processo de implantação do embrião”.

O que pode ocorrer, na verdade é uma situação que gera essa dúvida. “Às vezes, o que pode ocorrer é um sangramento, ‘menstrual’, se a paciente já estiver grávida no início da gravidez e, como os sintomas, de pré-menstrual e gravidez, são parecidos, ela acaba achando que engravidou menstruada”, explica o especialista.

“Outra hipótese remota”, afirma Dr.Leite, “seria em mulheres com ciclos curtos de intervalo, do tipo 23 dias, com duração de 8 ou 9 dias de fluxo, propiciando assim um processo de ovulação que irá coincidir com os últimos dias do ciclo; lembrando ainda que a duração do espermatozóide dentro do útero é de aproximadamente 48 horas (2 dias)”.

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Febre Amarela: Saiba como se prevenir

A cidade de São Paulo entrou em alerta nas últimas semanas em função dos casos de Febre Amarela.

Devo tomar a vacina ou vacinar minha família?

Para orientar a população, o site GQ.com conversou com a Dra. Rosana Richtmann, infectologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, sobre o assunto.

Quem pode tomar a vacina? Bebês a partir dos nove meses devem se vacinar. Já gestantes, mulheres em fase de amamentando à crianças com menos de seis meses e pessoas com o sistema imunológico prejudicado, como quem faz tratamento contra câncer ou toma imunossupressores, não devem tomar a vacina contra febre amarela.

A recomendação para essas pessoas é utilizar métodos para evitar a picada do mosquito, como por exemplo repelentes e não deixar a pele exposta ao ar livre. Quem tomou a vacina há menos de dez dias, também deve tomar essas precauções.

“Como primeira medida de segurança, esse grupo deve evitar as áreas de mata da cidade, especialmente a região do Horto Florestal. Caso isso não seja possível, existem algumas outras formas de se proteger: optar por roupas claras, pois cores vibrantes atraem o mosquito; usar manga comprida e calça comprida, cobrindo principalmente as pernas e os pés (pois os mosquitos costumam voar baixo); evitar o uso de perfumes, outro fator que pode atrair os insetos; usar repelente diariamente – essa dica é especialmente importante para gestantes, para evitar outras doenças como Dengue e Zika.

No caso de bebês com menos de dois meses, quando o uso de repelente não é indicado, a recomendação é usar um mosquiteiro em volta do berço e manter o ambiente fechado e fresco”, avalia Dra. Rosana.

A vacina contra Febre Amarela, que é dose única – quem já tomou uma vez não precisa se vacinar novamente, está sendo disponibilizada em Unidades Básicas de Saúde da cidade de São Paulo.

Para mais informações sobre o assunto, clique aqui e leia a reportagem completa da GQ.com.

 

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Como preparar o corpo para a gestação?

Existem métodos ou orientações que facilitem a adaptação do corpo da mulher para as alterações da gestação e para o parto? Perguntamos isso ao Dr. Carlos Del Roy, ginecologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“Preparar o corpo para a gestação”, diz o médico, “além de aumentar as chances de concepção, ajuda a proteger o bebê de diversas doenças. Para isso, basta acrescentar alguns hábitos à sua rotina, contando sempre com a orientação do seu ginecologista”.

“Inicialmente, é importante fazer uma avaliação de rotina com o seu ginecologista”, recomenda. “Ao saber dos seus planos de gravidez, ele vai pedir um exame de sangue, além dos procedimentos preventivos de rotina, como o exame de mama, exame ginecológico e exames de imagem”.

Não esconda nada do especialista. “É importante contar ao seu médico se você tem diabetes, hipertensão, epilepsia, depressão ou outras doenças, para que suas medicações sejam adaptadas, evitando riscos ao bebê. Também é importante contar se você possui doenças sexualmente transmissíveis e se suas vacinas estão em dia”.

Outro fator importante é a alimentação. “Alimentar-se bem é algo que devemos fazer por toda a vida. Contudo, ao preparar o corpo para a gestação, isto é extremamente necessário para não expor seu bebê a altas quantidades de gordura, açúcar e toxinas que podem afetar negativamente seu desenvolvimento”.

“Neste momento”, recomenda, “dê preferência a frutas, vegetais, grãos e proteínas, para certificar-se de que seu corpo esteja rico em todos os nutrientes que seu bebê necessita. Evite gordura, fritura, açúcar e alimentos industrializados”.

E para substituir o açúcar? “Não existe comprovação de que os adoçantes façam mal, mas procure utilizar Sucralose, Stevia ou frutose quando realmente necessitar”, orienta Dr. Del Roy.

“Tome bastante água, para ajudar a manter a hidratação e elasticidade da pele, e também para, mais tarde, auxiliar na formação do fluido amniótico”, diz o médico.

E exercícios físicos? Ajudam? “Geralmente, atividades físicas favorecem um corpo mais forte e saudável. Isso pode contribuir para uma gravidez mais tranquila, mas é necessário adaptar a sua rotina de exercícios, dando preferência a algumas modalidades que serão mais benéficas ao seu corpo nesta fase”.

“Exercícios para a região pélvica”, exemplifica, “fortalecerão seus músculos da pélvis e abdômen. Esta musculatura, quando fortalecida, sofre menos desgaste com o peso do bebê e mantém a sua capacidade de sustentação dos órgãos pélvicos, mesmo após o parto”.

Mas nem tudo é permitido. “Se você pratica exercícios físicos de alto impacto, pode precisar diminuir o ritmo. Estes exercícios costumam ser estressantes, podendo tornar difícil para o seu corpo levar a gravidez até o fim. É recomendado evitar práticas como corrida e artes marciais, preferindo exercícios como natação, yoga ou pilates”.

“Durante a gravidez, o estresse pode ser perigoso para você e para seu bebê, pois pode afetar ainda mais a pressão sanguínea, que já sofre certo desequilíbrio pela gravidez. Altos níveis de estresses também podem prejudicar a vida conjugal”, alerta o ginecologista, “assim, procure meios saudáveis de lidar com o estresse, a frustra ção e a ansiedade, com cultivar um hobbie ou praticar meditação”.

Atenção! “Hábitos como fumar, ingerir bebidas alcoólicas ou usar drogas e substâncias ilegais devem ser interrompidos, de preferência antes de engravidar, pois podem causar a morte de seu bebê ou mesmo sérios problemas mentais e de saúde em geral”.

Outras recomendações. “Se estiver fazendo algum tratamento estético, informe ao seu médico, para saber se deverá interrompido quando você engravidar. Vá ao dentista para uma avaliação da sua saúde bucal e realize os tratamentos necessários antes de engravidar, pois durante a gestação é proibido usar raios-X e alguns tipos de anestesia”.

“Seu médico também vai orientá-la em relação à suplementação com ácido fólico, que deve iniciar de 2 a 3 meses antes de engravidar e durante a gestação, para diminuir a possibilidade de alterações no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê”, diz o doutor.

“Lembre-se sempre de contar com a ajuda de seu médico. Ele pode ajudá-la a tomar decisões importantes e tirar qualquer dúvida que surgir. Além disso, mantenha a constância nestes cuidados. Mesmo que pareça difícil, inicialmente, ter persistência nestes novos hábitos, isso se tornará parte de sua vida e será útil até mesmo após o nascimento do bebê”.

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Verão: O que Muda para as Gestantes durante a Estação?

O calor afeta a grávida de que forma? Amplia a sensação de alguns sintomas da gestação? Como o bebê percebe essa mudança na temperatura ambiente?

Chamamos o Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, para falar sobre o assunto.

“Toda gestante”, diz ele, “apresenta um aumento em torno de 20% de seu volume circulatório, ocasionando assim uma vasodilatação que vai aumentando com a evolução da idade gestacional, com pico máximo entre 34/35 semanas”.

No verão, explica o médico, todas as pessoas têm dilatação do sistema circulatório, então “as gestantes poderão apresentar uma maior chance de queda de pressão, chegando até o desmaio, moleza no corpo, sono e desânimo”.

E o que é possível fazer para evitar isso? “Como tratamento inicial”, recomenda Dr. Leite, “além de evitar ficar exposta ao calor é aconselhável fazer uma hidratação em pequenos goles e de maneira contínua”.

As altas temperaturas externas são sentidas pelo bebê? “Nós temos a capacidade de manter a temperatura interna constante e assim, como consequência, também da área interna do saco gestacional”, esclarece.

 

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Gravidez e Trombofilia

Já ouviu falar em Trombofilia? Ela pode trazer sérios riscos ao bebê durante a gravidez. Quem explica é o Dr. Mario Macoto Kondo, Coordenador da Obstetrícia do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“Trombofilia é um conjunto de doenças genéticas, hereditárias ou adquiridas, que predispõem à trombose venosa, raramente arterial”, situação essa que pode se agravar no período da gravidez e do puerpério, explica o médico.

E quais as causas da Trombofilia? “As trombofilias hereditárias mais frequentes são a mutação do fator V de Leiden e a mutação do gene da protrombina, que estão presentes em 8 a 15% da população e são responsáveis por cerca de 50% das tromboses venosas”.

Como é feito o diagnóstico da doença? “A caracterização dos antecedentes pessoais e familiares é importante para iniciar a pesquisa que deve ser feita idealmente fora da gravidez, sem uso de anticoncepcional oral nem de anticoagulantes”, diz Dr. Macoto.

Já a trombofilia adquirida, quando não tem origem hereditária, “é a SAF (Síndrome dos Anticorpos Antifosfolípides), que pode levar à tromboses venosas e arteriais, além de perdas fetais”.

Para evitar problemas durante a gravidez, o obstetra recomenda: “Na presença de trombofilia, o pré-natal deve ter consultas mais frequentes pelos riscos maternos(tromboembolismo) e fetais (óbito fetal, restrição do crescimento, prematuridade)”.

“Algumas gestantes precisam usar anticoagulante durante a gestação e o puerpério e outras, somente no puerpério”, conta o especialista, “o importante é um bom pré-natal! Fale com seu médico”.

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Etiqueta na visita à gestante: o que se deve evitar?

A chegada ao mundo de uma nova criança é motivo de muita alegria para a família e amigos, mas é preciso ter cautela e adotar alguns cuidados. A enfermeira obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, Paula Martins Novaes, diz o que pode e o que não pode ser feito no momento da visita à mãe e seu bebê:

Ligar antes, sempre. Não faça visitas sem avisar antes, para que os horários da mulher e da criança sejam respeitados.

Higienizar as mãos ao chegar e sempre antes de pegar o bebê. Não beijar a criança. O recém-nascido ainda não tomou todas as vacinas, então evite transmitir bactérias.

Pelo mesmo motivo, cancele a visita caso esteja doente.

Solicitar permissão à mãe para pegar o bebê no colo. Respeite os limites impostos pelos pais da criança.

Não fumar ou utilizar perfumes ou cremes perfumados. Evite levar flores. Cigarro e crianças não combinam, flores e perfumes podem provocar alergias.

Evitar falar alto. Evite aglomerações. Mãe e recém-nascido têm uma rotina bem particular e precisam de descanso. Por isso, nada de barulho ou ambientes com muitas pessoas.

Dar espaço e privacidade à mãe no momento da amamentação. A alimentação do bebê é a prioridade, as visitas devem entender isso.

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Mulheres podem perder a memória na gestação?

Você já ouviu falar de gestantes com lapsos de memória, que relatam também problemas de falta de concentração. Será que a gravidez tem algo a ver com isso?

Perguntamos à Dra. Carla Kikuchi, ginecologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, sobre esse assunto.

“As mulheres grávidas, como qualquer mulher, podem ter perda de memória. Mas não é algo comum ou esperado da gravidez”, esclarece a médica.

“O que parece acontecer (pois os estudos divergem sobre o assunto)”, diz ela, “é que a grávida, por diversos fatores, pode ter sensação de falta de concentração, e até lapsos de memória”.

E quais seriam esses fatores? “Possivelmente são alterações hormonais, como o aumento da progesterona, queda de pressão arterial e uma maior concentração em um novo assunto – gestação e o bebê – deixando mesmo que inconscientemente os outros assuntos em segundo plano”, explica.

“Outro fator que pode acompanhar a gestação e o pós-parto de forma mais frequente são transtornos de ansiedade e depressão, que se subdiagnosticados podem influenciar negativamente na memória”, complementa.

 

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Prematuridade e os impactos sobre o desenvolvimento da criança

O parto prematuro é o nascimento do bebê antes do tempo previsto, antes que seu organismo esteja pronto para o ato. Por isso, todos os cuidados devem ser tomados na UTI Neonatal para que a criança não sofra com sequelas no futuro.

A chefe da UTI Neo do Hospital e Maternidade Santa Joana, Dra. Filomena Bernardes de Mello, explica isso.

“A prematuridade é uma das principais causas de óbito infantil”, afirma a médica, que alerta que mesmo sobrevivendo, os bebês ainda correm muitos riscos.

Quanto mais prematura, mais chances a criança tem de desenvolver problemas. “Em especial aquelas nascidas com idade gestacional menor que 28 semanas”, ressalta, “há um alto risco de evoluir com alteração no desenvolvimento neuropsicomotor, apesar dos avanços das terapias disponíveis atualmente”.

“Assim, a sua prevenção é fundamental para evitar que isto ocorra, uma vez que muitas condições clínicas maternas podem ser acompanhadas evitando complicações como o nascimento prematuro”,  avalia Dra. Filomena, reforçando a importância do pré-natal.

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