Descolamento de placenta: Entenda o problema

O descolamento de saco gestacional no início da gravidez, também conhecido como descolamento de placenta, é mais comum em gestantes com mais de 35 anos, e ficou mais conhecido por causa da apresentadora Eliana, grávida aos 43 anos, que anunciou o afastamento de seu programa no SBT para tratar do problema.

Mas o que é o descolamento, como ele ocorre, quais os riscos? O Dr. Alberto D’Auria, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, respondeu a estas perguntas em entrevista ao portal UOL.

Conforme explica o especialista, o deslocamento pode ocorrer por diversas razões, mas é mais comum em gestantes acima dos 35 anos porque a menor produção de progesterona e a menor vascularização são importantes para a fixação da placenta no primeiro trimestre.

No entanto, mulheres mais jovens não estão livres do problema. O risco é maior para fumantes, hipertensas, com hipotireoidismo, que já fizeram cesárea ou com alta sensibilidade no útero.

Dependendo da região e do tamanho do deslocamento, pode levar a um aborto natural ou ao parto prematuro, se a gestação estiver mais avançada. O médico lembra que é importante diferenciar o deslocamento de saco gestacional do deslocamento prematuro de placenta (DPP), condição diferente que ocorre no último trimestre de gravidez que coloca em risco também a saúde da mulher.

O diagnóstico geralmente é feito durante a ultrassonografia e a reposição hormonal pode prevenir o problema em mulheres com deficiência conhecida de progesterona.

Saiba mais sobre o descolamento de saco gestacional. Clique aqui e leia a reportagem completa do site Gravidez e Filhos do UOL.

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Santa Joana inaugura novo serviço de diagnóstico de doenças do assoalho pélvico

Sob a responsabilidade do ginecologista e obstetra Dr. Carlos Del Roy, o novo serviço do Centro de Diagnósticos do Santa Joana oferece exames, consultas e tratamento clínico ou cirúrgico para ocorrências como cistocele, incontinência urinária de esforço, prolapso genital e retocele e enterocele.

Cistocele, popularmente chamada de bexiga caída, ou enterocele (vagina larga), estão entre as doenças do assoalho pélvico mais predominantes dentro da Ginecologia e podem gerar desconfortos e, em alguns casos, disfunções sexuais.

Pensando na saúde da mulher, uma maternidade completa como o Santa Joana não poderia deixar de incluir o serviço de Uroginecologia, que realiza estudo urodinâmico e exames de ultrassonografia 4D 3D, além do serviço de fisioterapia do assoalho pélvico de preparo para o parto normal, em seu Centro de Diagnósticos.

“Caso haja indicação de procedimento cirúrgico, a paciente pode ser atendida pela equipe, reencaminhada para o colega que a indicou ou tratada em conjunto,” explica Dr. Del Roy, visando um conforto maior para a paciente.

O novo serviço de diagnóstico de doenças do assoalho pélvico do Hospital e Maternidade Santa Joana fica na Rua Vergueiro, 1061 – 4º andar, São Paulo – SP. Informações e agendamento pelo telefone (11) 5080-6070.

 

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Visita ao recém-nascido: Quais os cuidados necessários?

A situação não poderia ser mais feliz: a chegada de um novo integrante à família, ao grupo de amigos. Por isso, muita gente se empolga e esquece que um recém-nascido precisa de cuidados muito especiais, já que a imunidade do bebê é fraca, pois ele ainda não tomou todas as vacinas.

Dra. Daniela Miranda, pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana, listou algumas recomendações importantes ao visitar um recém-nascido, para o site ClickBebê.

A primeira delas é: nada de visitas demoradas. O bebê deve ser a prioridade. Se a criança estiver cansada ou quiser mamar, fim da visita. Além disso, lembra a médica, “a recomendação não vale só para o bebê. As mães ficam muito cansadas, principalmente nesse início de adaptação. Não há mal nenhum em sinalizar isso aos amigos e familiares.”

Se a pessoa que for visitar estiver com qualquer sinal de doença, mesmo um simples resfriado, adie a visita. Todos devem se conscientizar que não devem colocar a saúde do bebê em risco.

As visitas também não devem interferir na rotina do recém-nascido. Respeite o horário das mamadas, do banho e do sono. E a mãe também deve descansar quando o bebê tira um cochilo. O ideal é deixar as situações sociais envolvendo o bebê para depois do 3º mês, quando sua saúde está mais firme e os pais já estão mais adaptados à rotina.

Saiba mais sobre o assunto. Clique aqui e leia a matéria do ClickBebê na íntegra.

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Síndrome do Choque Tóxico: saiba mais sobre ela

O nome assusta e a doença é rara, mas pode ter consequências bem sérias. A Síndrome do Choque Tóxico é causada por bactérias, que liberam toxinas que podem evoluir para uma infecção e levar à morte.

Ela ficou conhecida há alguns anos, com o caso da modelo Lauren Wasser, que teve a perna direita amputada após uma infecção que pode ter sido causada por uso de absorvente interno.

“Os absorventes internos podem fornecer um ambiente propício para o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus e a produção da toxina responsável pela síndrome. Esse ambiente propício é favorecido ainda pela alteração da acidez vaginal, causada pelo fluxo menstrual,” explica Dr. Lívio Dias, infectologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

O especialista ressalta que a presença das bactérias, associada a pequenas fissuras na parede da vagina, provocadas pelo absorvente, facilitam a absorção da toxina e o surgimento da doença, que não atinge apenas mulheres, mas também pessoas com faringite, infecções de pele, após cirurgias, entre outras situações.

Mas não é necessário abrir mão dos absorventes internos, já que nos últimos anos a composição do produto foi alterada, utilizando materiais que inibem o crescimento bacteriano. O importante é trocar o absorvente entre 2 e 4 horas, dependendo do fluxo, ou mesmo com uma frequência maior, se a mulher tem fluxo menstrual intenso.

Quem já teve diagnóstico da síndrome tem até 30% de ter a doença novamente e deve conversar com o ginecologista sobre um novo método absorvente. Se observar os sintomas – febre alta, náuseas, vômito, manchas pelo corpo, descamação da pele e queda de pressão – procure um médico rapidamente, pois a doença evolui rapidamente para falência de órgãos e necrose de tecidos.

Para saber mais sobre a síndrome, clique aqui e leia a reportagem completa do site Coração e Vida.

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Seios – cuidados para o pós-parto

Uma parte do corpo da mulher que sofre alterações com a gravidez são os seios. Eles aumentam de tamanho, ficam mais sensíveis e necessitam de atenção especial para você mantê-los firmes e sem estrias, especialmente durante o período de lactação.

Por isso, Dra. Helena Junqueira, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, deu recomendações de cuidados com os seios em entrevista ao site Bebê.com.

O uso de sutiã próprio para amamentação é importante, mas a médica lembra que as mamas dobram de volume nos dias seguintes ao parto, por isso, se comprar a peça antes, escolha um sutiã um número acima. Além disso, pode ser necessário o uso de absorventes para mamas no pós-parto, quando a secreção de colostro pode ser mais frequente.

Para prevenir estrias, use hidratante nos seios durante a amamentação, mas não passe nos mamilos. A região deve permanecer áspera para evitar machucados na hora de dar de mamar. Já para não sofrer com rachaduras, passe pomada de lanolina no mamilo, entre uma mamada e outra ou, caso prefira algo mais natural, polpa de mamão, recomenda a obstetra.

Outra ação que faz bem aos seios, ajudando na cicatrização da pele dos mamilos é tomar sol, “para diminuir a sensibilidade local, tornando a amamentação menos dolorosa,” explica a especialista.

Se você não está mais amamentando e as mamas ainda estão inchadas, procure tops ou sutiãs com uma estrutura um pouco maior, que sustentem os seios de forma adequada e evitem a flacidez.

Para outras informações sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do Bebê.com.

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Quais as causas das dores na gravidez?

Muitas mulheres se queixam de dores pelo corpo durante a gestação, mas quais são as causas delas? Há grupos de mulheres mais suscetíveis a essas dores e desconfortos?

Buscamos respostas com o Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Será que dores nas pernas estão relacionadas com o aumento de peso na gestação, ou isso é mito?  “As dores nas pernas serão sempre proporcionais ao aumento de peso, a maior idade gestacional e ao sedentarismo da gestante. Além disso, o efeito compressivo do peso do útero na cavidade pélvica irá diminuir o fluxo de retorno dos membros inferiores (sangue e linfa) para o coração, ocasionando assim um aumento da retenção hídrica e, por conseguinte, inchaço e dores,” explica o médico.

A alimentação tem alguma influência no surgimento destas dores, adverte o especialista: “a ingestão de proteínas irá ocasionar uma menor probabilidade de inchaço e, portanto, das dores. Por outro lado, a ingestão de carboidratos, além de engordar, vai facilitar a retenção de líquidos e as dores aparecerão”.

Mulheres que iniciam a gravidez com sobrepeso têm mais risco de sofrer com dores, alerta Dr. Leite: “os riscos serão proporcionais quanto for seu IMC (Índice de Massa Corporal). Os riscos vão desde dores lombares e dores no baixo ventre, como também piora dos distúrbios gastrointestinais (azia, prisão de ventre, hemorroidas).”

Ele lembra ainda que gestantes com grande índice de massa corporal estão sujeitas a patologias da gravidez; há maior risco de pressão alta da gestação (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), diabetes gestacional e prematuridade. “O ganho excessivo de peso (mais do que 12 quilos) na gestação irá corroborar para um aumento da morbidade materno-fetal,” conclui o especialista.

 

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Quais problemas físicos podem atingir mulheres grávidas do segundo filho?

Mulheres que esperam pelo segundo bebê contam com a experiência do parto anterior para se sentirem mais seguras, mas existem problemas físicos que podem atingir essas gestantes de “segunda viagem”.

“Incontinência urinária (sendo uma incidência de 16,3%), incontinência fecal, disfunção sexual, dor lombar,” podem acometer gestantes que já tiveram um filho, afirma Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Porém, existem atividades físicas indicadas para evitar estes problemas. Andressa explica que a fisioterapia uroginecológica atua avaliando a causa raiz e utilizando recursos específicos para cada situação. Estes recursos podem ser físicos ou através de aparelhos.

A idade da gestante também pode influenciar, conta a fisioterapeuta, por conta da relação hormonal e problemas anteriores da mulher com o assoalho pélvico.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Amamentação – Existe postura correta para dar de mamar?

“Sim, existe posicionamento correto para a amamentação”, explica Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana. “A mãe sempre deve estar sentada com encosto nas costas e usar almofada para apoiar o braço junto com apoio para as pernas. Assim, a tensão do peso que pode ocorrer na região do próprio braço, trapézio e da musculatura posterior da coluna é diminuída,” recomenda.

Algumas mães sentem desconforto muscular após a amamentação. Para aliviá-lo, a fisioterapeuta indica “alongamentos específicos e massagem,” além do posicionamento adequado.

Andressa também recomenda exercícios para melhorar a postura, “já que o puerpério é uma fase de readequação do corpo ao estado pré-gravídico, portanto, as alterações posturais durante a gestação podem permanecer, dificultando as novas atividades da mãe. Assim, a fisioterapia pode auxiliar com exercícios posturais e funcionais específicos melhorando a qualidade de vida”.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Fisioterapia pós-parto é necessária?

Logo depois do parto, as atenções da mãe estão voltadas ao bebê e ela acaba se esquecendo dos cuidados com o próprio corpo. A fisioterapia, por exemplo, é um desses cuidados.

“A fisioterapia é muito importante no pós-parto, pois conseguimos identificar problemas decorrentes das alterações da gestação possibilitando que estas sejam minimizadas ou até resolvidas. Proporcionamos um retorno para o estado pré-gravídico com mais qualidade e rapidez,” diz Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Ela explica que “atividades físicas como musculação são recomendadas somente após o puerpério remoto, fase do pós-parto que se divide em três: puerpério imediato – logo após o parto até 10 dias; tardio – de 10 a 45 dias; e o remoto – 45 dias após o parto, em que ocorre a liberação médica para a realização destas atividades”.

Para evitar problemas físicos depois do parto, a fisioterapeuta recomenda atividades físicas durante a gestação, “para que o corpo se prepare para esta nova fase que traz consigo modificações posturais e cardiovasculares.” As mais indicadas são pilates, caminhada, dança e a própria fisioterapia, que atuará para prevenir dores provocadas pelas mudanças na postura.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Você sabe o que é diástase e os problemas que ela provoca?

Apesar do nome não muito comum, trata-se de uma condição que afeta muitas mulheres grávidas ou que acabaram de ter filhos. Diástase do músculo reto abdominal é a separação dos dois feixes do músculo da barriga. “Esta situação pode ser identificada no segundo trimestre de gestação e tem uma maior incidência no terceiro trimestre, decorrente do crescimento uterino que leva ao aumento abdominal,” explica Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana, que adverte, “a diástase pode se manter no pós-parto se não houver nenhum tipo de intervenção”.

Sem tratamento, a diástase pode causar problemas a longo prazo, conta Andressa: “dores nas costas, dores nas pernas, barriga flácida, hérnia na região da diástase e alterações posturais.”

Para evitá-la, existem alguns exercícios, conforme recomenda a fisioterapeuta. “Os exercícios indicados para o tratamento conservador são aqueles que focam em fortalecimentos específicos da parede abdominal, principalmente no músculo transverso do abdômen, pois sua anatomia favorece o fechamento desta parede (diástase), sendo realizado desde o puerpério imediato com exercícios leves que respeitem a situação do pós-parto.”

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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