Perda de Cálcio na Gestação

Problema que afeta algumas mães, a perda de cálcio na gestação pode ser controlada com a orientação de um médico durante o pré-natal.

O Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, fala mais sobre o tema.

“Durante a gravidez, o cálcio alimentar vai ser distribuído para a mamãe e o bebê”, explica.

“Se a gestante não se alimenta bem, o feto vai roubar o nutriente dela”, conta o médico que enumera os sintomas da falta de cálcio na gestante: unhas quebradiças, cãibras, amolecimento dental, fragilidade de obturações e até quebra de dentes.

Neste caso, a grávida precisa procurar seu médico para realizar um tratamento de acordo com sua condição. “Caso a gestante apresente esses sintomas é possível dosar o cálcio e depois fazer a reposição adequada”, recomenda Dr. Leite.

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Mês da Amamentação: Leia o e-book

Todo o material produzido sobre aleitamento materno produzido pelo Hospital e Maternidade Santa Joana para o Agosto Dourado foi reunido em um e-book feito especialmente para você. Leia abaixo.

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Monitorar os movimentos do bebê na barriga pode prevenir problemas na gravidez

Os movimentos do bebê geralmente aparecem na 20ª semana de gestação, porém, quando o bebê parece se mexer bem menos do que o normal, é preciso atenção médica.

Nos Estados Unidos, cinco mães criaram um aplicativo chamado Count The Kicks (Conte os Chutes, em português), depois de terem perdido um filho por morte súbita infantil e óbito fetal, que poderiam ser detectados pela falta de movimentos do bebê.

A contagem feita pelo aplicativo não informa um número exato, fornecendo apenas uma média na atividade de cada bebê, porém, graças a ele, a americana Emily Eekhoff salvou a vida da sua filha, ao perceber que o número de chutes havia caído drasticamente. Ao chegar ao hospital, Emily descobriu que o cordão umbilical havia se enrolado no pescoço da bebê, dificultando sua respiração.

O Dr. Alberto D’Auria, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana, destaca que o fato do bebê estar parado nem sempre significa problemas. “Me preocupa a obsessão em contar movimentos, que pode gerar angústia desnecessária da mãe sem trazer benefícios reais”, diz. Ele ressalta ainda que o óbito fetal acontece por volta da 22ª semana de gestação por vários fatores, principalmente doenças congênitas e fatores de risco, como a pré-eclâmpsia e a diabetes gestacional. “Entendo que o aplicativo pode ser interessante nessas situações, onde já existe preocupação com o bem-estar uterino”, completa D’Auria.

Como contar os chutes?

A Associação Americana de Ginecologia e Obstetrícia dá algumas orientações para monitorar os movimentos do bebê. Primeiro, é necessário saber que a contagem deve partir do terceiro trimestre da gravidez. Depois, deve-se medir a quantidade de chutes uma vez por dia, no mesmo horário. Se o bebê antes se mexia dez vezes em meia hora e agora demora duas horas, por exemplo, é preciso ficar atenta e buscar por uma avaliação médica.

Saiba mais sobre o assunto, lendo a matéria completa no site Bebê.com.

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Banco de Leite Materno: Importância do Aleitamento na UTI Neo

uti neonatal

Os bebês que precisam de internação na UTI neonatal do Hospital e Maternidade Santa Joana, prematuros, com baixo peso ou necessidades clínicas, recebem leite das mães graças ao nosso Banco de Leite Humano.

“Mesmo que a criança, devido à sua prematuridade, não tenha estabelecido a sucção direto na mama, vai receber – o leite materno – por outras vias,” explica Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista coordenadora do Banco de Leite do Santa Joana.

Sendo o leite humano de extrema importância ao recém-nascido, principalmente aos que estão internados na UTI neonatal, conta ela, a maternidade dispõe de uma sala de coleta para atendimento e orientação às mães.

“Nossa estrutura de banco de leite humano dá condições também de atender os recém-nascidos que as mães, por algum motivo, não conseguem estabelecer a produção ou apresentam alguma condição clínica que impede a lactação”, diz a especialista. “Todo excedente de leite materno de mães, após a alta do seu filho, pode ser doado ao nosso banco de leite mediante uma autorização por escrito do desejo de ser doadora para outras crianças internadas na nossa UTI neonatal”.

Para doar, explica a nutricionista, a mãe deve ser saudável e apresentar as sorologias do pré-natal e sorologias específicas do Banco de Leite Humano com validade de seis meses.

O leite materno é pasteurizado de forma microbiologicamente segura e recebe indicação de valor calórico, acidez e maturidade. O Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Santa Joana, em 2016, produziu um volume de mais de 3.000 litros e atendeu 100% dos recém-nascidos com leite da própria mãe ou leite pasteurizado de doadora.

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Estudo do Santa Joana será apresentado no principal congresso de Anestesia do mundo

estudo anestesia

Uma pesquisa feita pela Dra. Monica Siaulys, Chefe do Departamento de Anestesiologia do Hospital e Maternidade Santa Joana, em parceria com a Profª Ruth Landau, anestesiologista da Universidade de Washington, foi escolhida como uma das 10 melhores de um total de 1250 estudos enviados por hospitais de vários países.

O estudo, iniciado em 2009, foi realizado com pacientes do hospital e analisou a relação entre cicatrizes e dores crônicas. Ele será apresentado no American Society of Anesthesia Meeting, maior congresso de Anestesia do mundo, entre os dias 21 e 25 de outubro em Boston, EUA.

Para a Dra. Monica, como o estudo foi escolhido com base no rigor científico, importância e abrangência global, o evento garante a excelência internacional da instituição Santa Joana. “Estamos concorrendo com os 10 melhores trabalhos do mundo inteiro, o que coloca o Hospital em um outro patamar”, avalia.

Confira a matéria completa veiculada no Portal Hospitais Brasil.

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Aleitamento materno e a saúde bucal do bebê

aleitamento materno e saúde bucal

Muitas mães não sabem, mas a amamentação, dentre inúmeros outros benefícios, também é importante para a saúde bucal do recém-nascido.

Para explicar melhor isso, conversamos com a Dra. Clery Bernardi Gallacci, pediatra neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Ela conta que “sugar o seio materno leva a um melhor desenvolvimento da musculatura facial.”

Isso tem reflexos para toda a vida do seu filho. “Facilita no momento da mastigação posteriormente, quando na fase de introdução dos alimentos sólidos,” explica a médica.

E não para por aí. A amamentação também é benéfica, lembra a Dra. Clery, para o desenvolvimento da fala e a saúde dentária.

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Doação de Leite Materno: Distribua Amor

Neste mês em que relembramos a importância da amamentação e de uma rede de apoio para que a mãe tenha todas as condições de praticar o aleitamento, também é fundamental lembrar da doação de leite materno.

O site da revista Veja falou sobre o tema com Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista coordenadora do Banco de Leite Humano do Santa Joana, e uma mãe que teve seu bebê no hospital e precisou do serviço.

Cristiane Soares de Andrade Edueta é dona de casa e tem 32 anos, seu filho, João Vitor, hoje com 1 ano e 7 meses, nasceu prematuro e ela não pôde amamentá-lo porque passou dois dias na UTI depois do parto. “Sou eternamente grata. Sem as doações, meu bebê talvez não fosse tão saudável hoje”, conta Cristiane, que complementa, “o leite materno faz muita diferença na saúde e imunidade, ainda mais nas primeiras horas de vida”.

Nossa nutricionista explica: “Ele – o leite humano – ajuda a melhorar a evolução do quadro clínico dos bebês nas UTIs. Além dos nutrientes, possui fatores imunológicos ativos que contribuem com a defesa do organismo”, afirma Maria Mercedes. “É o alimento mais completo para todo recém-nascido”, finaliza.

Quer saber mais sobre doação de leite materno? Clique aqui e leia a reportagem completa da Veja.

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Pais Mais Presentes na Gestação

pais mais presentes

“Não basta ser pai, tem que participar,” dizia uma propaganda de TV na década de 1980. De lá para cá, o papel dos homens na criação dos filhos tem sido muito mais ativo.

Para analisar essa mudança comportamental, conversamos com o Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“Com certeza absoluta os pais de hoje são muito mais participativos”, afirma o médico. “Eu, nesses 30 anos fazendo partos percebi esse vínculo crescer em escala exponencial”.

Ele acredita que o mundo mudou e contribuiu para essa maior participação do pai na gestação e na própria paternidade. “A meu ver, começa pela própria sociedade, que deixou de ser tão machista.”

Até mesmo o avanço da tecnologia pode ter envolvido mais os homens no processo, aponta o especialista: “o avanço das imagens de ultrassom, que contribuem para ter uma real noção do bebê e até saber com quem ele vai se parecer”.

O papel de maternidades, como o Santa Joana, também ajudou. “Acompanhando essa mudança de comportamento, maternidades criaram espaços onde até as famílias podem ver o nascimento. Assim, acho que todo esse conjunto de transformações veio a contribuir para a maior participação masculina”, conclui o obstetra.

Dr. Leite também orienta sobre como o pai pode se fazer mais ativo, auxiliando a mulher. “Para mim, os maridos começam a contribuir estando presente nas consultas de pré-natal. Assim eles passam a entender o porquê das transformações do corpo feminino durante os nove meses da gravidez e também o parto e puerpério. Lembro sempre que a humanização do parto começa no pré-natal e não apenas na sala de parto”.

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Aleitamento Materno: Até qual idade devo amamentar meu bebê?

aleitamento materno

Algumas mães não têm certeza sobre quando devem começar a amamentar seus filhos, outras têm dúvidas a respeito do momento de parar com a amamentação.

Uma coisa é certa, o acompanhamento de um pediatra para que as necessidades de sua criança sejam atendidas de forma correta.

Pensando nisso, chamamos a pediatra neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, Dra. Clery Bernardi Gallacci, para orientar as mamães que nos leem.

“A amamentação como fonte exclusiva de alimentação deve ocorrer até o sexto mês de vida,” diz a especialista. “A partir deste período, deve-se introduzir outras fontes de alimentos, sempre sob orientação pediátrica,” complementa.

Mas existe uma idade limite para amamentar? Deve-se parar o aleitamento materno após a criança atingir determinada idade?

“O leite materno é recomendado pela OMS – Organização Mundial da Saúde – e Sociedades de Pediatria até os 24 meses de idade,” explica a médica. “A partir dos dois anos, a criança deixa de ser lactente e entra na primeira infância, tendo outras necessidades psicológicas e alimentares,” afirma a Dra. Clery.

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Teste de Gravidez de Farmácia é Confiável?

Mulheres com ciclo menstrual regular ficam atentas a qualquer atraso na menstruação. Se a isso se segue algum desconforto, como enjoos, a solução é correr à farmácia mais próxima em busca de um teste de gravidez. Mas será mesmo?

Vale a pena recorrer a testes de farmácia para descobrir se está grávida ou não? Perguntamos ao Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“Vale sim, pois os testes de urina atualmente apresentam uma sensibilidade muito boa; ou seja, eles acusam gravidez com até 2 ou 3 dias antes do atraso menstrual,” ele explica.

O médico lembra que os testes não são infalíveis. “O falso negativo é mais frequente que o falso positivo e se a paciente fizer o teste e der negativo, ela deverá repetir o teste após um ou dois dias, fazendo com a primeira urina do dia.” Se o resultado permanecer negativo, ela deve procurar um médico de confiança, orienta Dr. Leite.

E em caso de falso positivo? “Pode existir, porém estaria relacionado a tumores ovarianos de células produtoras de hormônio HCG,” esclarece o obstetra, mencionando o hormônio produzido pela placenta durante a gestação. “Portanto, muito mais difícil de ocorrer,” afirma.

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